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Para conhecer e perceber o patrimônio cultural da Costa Doce é necessário prestar atenção à riqueza de detalhes dos sofisticados conjuntos arquitetônicos, gerados a partir do Ciclo do Charque, no século XIX, e ainda hoje, presentes em cidades como Pelotas, Rio Grande, Jaguarão e Piratini, além das estâncias e charqueadas. Ali se localiza grande parte dos testemunhos históricos de uma típica região de colonização lusa, com algumas contribuições de outras etnias como a espanhola, a africana, a alemã e a francesa.
Os traços preciosos da cultura da Costa Doce também podem ser sentidos ao visitarmos os inúmeros museus da região. Destacam-se o Museu Carlos Barbosa, em Jaguarão, o Museu Forte Zeca Neto, em Camaquã, o Museu da Baronesa, em Pelotas, além dos Museus Oceanográfico, Antártico – réplica da estação brasileira no continente gelado – e da Ilha da Pólvora, de Rio Grande, que devem ser visitados em conjunto. Junto a este complexo, encontra-se o Centro de Recuperação de Animais Marinhos, onde são revitalizados e reintegrados ao ambiente natural lobos e leões marinhos, tartarugas, pingüins, albatrozes e outros animais.
Em Pelotas, pode-se visitar o imponente centro-histórico na companhia de guias de turismo caracterizados com personagens importantes da historia da cidade.
Piratini, a primeira Capital Farroupilha, até hoje resguarda os principais prédios históricos da época da Revolução Farroupilha. Você conhecerá o precioso patrimônio arquitetônico da cidade, acompanhados pelos principais personagens farroupilhas, monitores locais que integram o Passeio Temático de Piratini. Emoção e cultura para você e sua família.
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